A Saída
Terezinha, como chamavam a rapariga, gostava de dar suas saídas pela manhã.
Tantos atrativos a esperavam afora daquele mimoso portão, que abria desengatando a aldraba, já com os olhos fixos no que iria encontrar.
Naquele pequeno burgo onde vivia eram tantos atrativos, tantas pechas para entretecer, eram corações que em cada soleira a esperavam buliçosos.
Numa pequenina aldeia há tanto a empreender. Era o que sempre frisava.
Como poderia deixar de visitar os arredores , se aquela rotina havia se pactuado por tantos anos?
Se um dia não efetuasse a sua ronda, que era infalível, pensariam que adoeceu. E nesta concordância, não poderia deixar de dar seu matinal passeio.
Ah! E o quanto era realizado nestes , nem de leve imaginamos...
