Repleto o céu de estrelas, de astros em pacífica convivência, tal orquestra que desponta, todas as noites em sincronia.
Ao olhar o alto, um deslumbre é instalado, é de êxito coroada, a esplêndida harmonia.
Céu estrelado, com miríades de astros salpicado, rompe Vésper, entra Saturno , confidencia à Netuno qual o tom é o iniciado.
Imperceptível aos ouvidos moucos, a impávida sinfonia, maviosa em alegria, se revela cristalina.
Ao deslizar em sidérea via, os corpos celestes derramam luz e energia, vibrando um som de estrelas, vem das galáxias em chuva de prata, que se rastreia, a etérea sinfonia.
