sexta-feira, 6 de maio de 2016

Marcas




O tempo, em suas insígnias, deixa marcas fidedignas, em vestígios permanece, remanesce às raízes.
Plenitude e canção, indícios felizes são, intrépidos petizes, fileiras matrizes das tradições.
O conchegar dos prometidos, um ao outro vinculados, o casamento os aguarda, o namoro corre solto, absolto o casal predestinado.
Sorrisos e arrulhos, paz e louvores, herança e orgulho, são premissas multicores.
Tradição forte marca o rumo, e a sorte está nas mãos, nas vidências e presságios, azo mágico, embaralha o coração.
Nada é frágil, o tempo é hábil, forma a ordem ao rigor, soa o amor, a clave e chave, a roda abre no pendor.
Sonhos claros de quimeras amenizam a longa espera, o trevo verde de esperança, plena a taça de bonança.
Primícias em melodias, tal moedas luzidias, carícias sob as estrelas, luz que esparze alquimias.
Alianças ao vento, som e ventura ecoam pelo firmamento, Sol e Lua, ouro e sal, a saudar a cada dia, o prelúdio nupcial.