domingo, 22 de novembro de 2015

Plenitude





Sem se pensar no final o sabor vem a ser avivado.
Tudo se faz continuação. Sonhares rebuscados, são tal uma grande orquestra, que na melodia do sempre, continua a evolar.
Dias que não terminam, tudo é infinito, o que não tem fim.
Eternidade é viver para sempre, mesmo que seja na roda da vida, em seus dois estados.
Viver sempre viver, isto é plenitude, e sonhar é juventude que não tem fim.
Perder-se nos tempos de longínquos primórdios e prosseguir na busca de novos sóis, que estão ainda a eclodir.
Pleno é uma representação majestosa, onde ser sereno vem à baila, é estar a par que a vida é sensação de continuidade, onde não se encontrará o fim.
E mesmo na proximidade da dita morte, encontraremos novo rumo, norte que nos levará a não ter fronteiras e no estado de vida plena, influentes seguir.
Vida sempre vida, alegria infinda, é lágrima que não verte, é romper a barreira do inerte e na vibração saber que a dimensão em movimento se faz.
Vida sempre vida, dos dois lados, dos dois modos, vida episódio colossal, onde o fim não existe!
Laís Müller
Brasil