segunda-feira, 6 de abril de 2015

Esteios

Pelas alexandrias da vida, pelos duelos sanguinários que ousam, a pompa vem a ser requintada em entonações febris.                                                                                                                           
Madrugadas de exílio, florestas cerradas, incontinenti,  com a certeza que cada perigo seria transposto em cada lúgubre bifurcação.

Os esteios  são compostos, generais a postos, madrugadas, vendavais.
Caminheiros sempre, cavalheiros talvez, em defesa dos fracos, dos oprimidos, ou mesmo daqueles que requerem consolação.
Estribos e estandartes, suposições, caminhantes velozes, no tempo, senhores de terras, escravos noutra vez.
A meta é descortinada, todos os dias e resolutos volvemos a alguém.
Somos vulneráveis operários, obreiros fiéis , mas a veemente certeza que sem protegidos e protetores, o caminho termina ali, e assim não seremos ninguém.