Pelas alexandrias da vida, pelos duelos
sanguinários que ousam, a pompa vem a ser requintada em entonações febris.
Madrugadas de exílio, florestas cerradas,
incontinenti, com a certeza que cada perigo seria transposto em cada
lúgubre bifurcação.Os esteios são compostos, generais a postos, madrugadas, vendavais.
Caminheiros sempre, cavalheiros talvez, em defesa dos fracos, dos oprimidos, ou mesmo daqueles que requerem consolação.
Estribos e estandartes, suposições, caminhantes velozes, no tempo, senhores de terras, escravos noutra vez.
A meta é descortinada, todos os dias e resolutos volvemos a alguém.
Somos vulneráveis operários, obreiros fiéis , mas a veemente certeza que sem protegidos e protetores, o caminho termina ali, e assim não seremos ninguém.
