sexta-feira, 10 de abril de 2015

Marulho

Ondas que adentram naquele lar, noite afora. Ondas vibrantes e sonoras, tudo invadem, sem nada temer.
Remanso ao sentir as vibrações. Descanso envergam as expressões. Nada descomunal, tudo é normal.
Pilares esteiam aquele lar, onde a aragem vem sussurrar, que nada fica de fora. A paisagem cândida e canora, faz parte integrante dos que ali vivem bem.
Integração, paz, lar, mar, natureza, canto firme, prosaica cena, cotidiano festivo. Onde tudo é altivo, nada a temer.
Sólida construção em bases firmes se faz, confiança que tudo está em paz. Sem receios, albergados ao meio, nada ruirá. E a edificação ali estará , quando o Sol despontar em romã, ruborizando uma nova manhã.