Fontes
Imanados em cascatas que jorram, fluem enfim, até nós vêm.
São fontes de sentimentos, descobertos de alento e
jovialidade.
Cada qual se faz formosa, como lírios, como cravos,
consistentes como rosas, cravinas, alecrins.
Jorram até nós tal pó de estrelas, fragmentando-nos de bem
querer.
Sutis, misteriosos, inexplicáveis, muitos deles surgem e
permanecem.
No rocio do vento, o sentir o alento, que cada brisa vem nos
dizer.
São recados airosos de alguns desejosos de contato emocional
puramente, afinidades frequentes; são parcos os nomes que vêm!
