Distâncias notáveis
nos separam de constelações.
Isto vem a ser uma
constatação, muito bem realizada já pelos povos antigos. Egípcios, gregos,
persas, também indagavam a astúcia e perfeição, ao volverem os olhos para cima.
A abóbada celeste floresce em estrelas,
miríades de faíscas a desnudar seu fascínio.
Como viver ausente,
se tudo é interligado?
Scorpius, tão
longínqua, vem nos brindar com sua insígnia. Mostra na noite estrelada, seu
desenho firme e forte, como constatação de um destino marcado.
Mitológicos
personagens brincam de esconde- esconde, como se fossem jovens, que na
perfeição de seus rastros deixam lembranças de veneno e fobias. Antares e Orion
em oposição, não se poderia nominar melhor, já na antiguidade.
Deslumbrantes outros
sóis, aos voltado aos canteiros espaciais, onde tantos asteroides, poeiras de
estrelas, assim como sóis gigantes, bailam ao som da orquestra.
Apontar sinfonias que o elenco está fadado a
continuar.
Enlevar-se em céu de
estrelas é doce canto de ninar.
