terça-feira, 23 de setembro de 2014

Verde que te quero



Verde que te quero


O verde é sinal de vida abundante
 da seiva latente como o versejar sadio
lindo e frio mesmo num dia chuvoso
absorvente clima é aquele que reflete
como também que nos remete a ir além
é no parque o momento ditoso do velho
do moço do adolescente esperançoso 
que ali vem se inspirar e quem sabe
encontrar um aceno feliz
parque motivo de festa
pequena floresta cultivada para a petizada apreciar
parque vestígio de sonho do velho do moço
do galanteio de alguém que ali veio procurar companhia
vem de dentro do parque vozes mágicas 
constâncias que se fazem encantando desilusões
verde que te quero verde
 de que adianta todo o artifício do mármore
que reflete se o que se repete é do verde
que emana toda a força e o esteio 
verde que te quero parque que anseio
verde sempre verde é a canção do petiz
do poeta como também de quem ali é feliz
verde ao derredor estimula melodia alento e pejo
parque cenário parque império de todos
nenhum vale mais quando
o parque é de todos iguais 
Parque de todos é arpejo é canção