Nas eras remotas, nas eras das Gálias, povos cultos e
esclarecidos costumavam fazer um espetáculo. Bela festividade onde haviam
vários motivos de comemoração.
Druidas e druidisas vem compor linda festa, pelas noites
enluaradas, sob os carvalhos verdejantes, em seu manto fechado.
Cerimônias introdutórias ao culto aos espíritos da floresta.
A Antiga Gália ainda
vive, em canto firme de bardo em bardo .
Saudades dos dias felizes que não se foram, mas ainda convivem na sombra espessa dos
carvalhos.
A densa floresta
encobre os altares de pedra, onde as comemorações se perdiam na noite dos tempos. Oferendas
eram regaladas às divindades de então.
Muita convivência, muita união, reuniam-se aos cajados dos anciões.
Conselheiros ilustrados, druidas barbados a saudar a vinda da aurora, nos bosques para
nós encantados, para eles reais.
Ricos festejos que não se olvidam. Somente convidam a
reviver uma tradição harmoniosa e feliz.
Sementes que permanecem, carvalhos plantados são raridades .
Conservemos a essência
deste celtismo ainda florescente nas gerações.
Foto: Cecília, minha querida neta
