segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Envolvimento







Desde épocas remotas que as segregações vem sendo apregoadas.
Mundo egoísta subjuga não apenas por sua posição social, como também em decorrência do berço em que nasceram.
Quem nasce em uma outra cultura passa a ser visto como alguém diferente daquele que vive na sociedade em que vem inserido.
Aceitar as diferenças de credo, raça, cultura, é um desafio a ser alcançado pelo ser humano. Pois quem vive em ostracismo completo, em decorrência destes fatores, certamente está sendo segregado.
Não aceitar alguém por ser diferente é convívio desigual, quando o que se procura é a igualdade, que deve ser derramada por toda a Terra.
Ser à parte é difundir a hipocrisia fazendo-se valer das diferenças.
Quem não consegue alcançar a sentença da igualdade está perventendo os valores e deste modo subornando a si, ao pensar ser maior.
Ser maior este vem a ser o engodo e o dilema para esta Terra desigual, de rudeza e crueza, que menospreza alguém somente pelo fato de ser diferente de si.
Uma moral mais cordata e mais humanitária teria de ser certamente mais igualitária, pois longe deste princípio nada viceja e tudo morre.
Ser igual é a grande verdade ainda a incutir em corações empedernidos, que em ataque de soberba ativa, ferem corações com menosprezos e soslaios, que se esparramam em vis depreciações.
Servir ao próximo bem como a si, vem a ser o direito de todos, quando a diferença se faz não vista, mas sim funciona como uma grande aliada.
A proposta máxima para a Terra encontrar as garantias de prosseguir mais em paz, em mais harmonia, vem somente de não perceber que diferenças se fazem.
Ah! E como se fazem ainda por aí!